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Rui Sousa: «El recorrido de la Volta

Rui Sousa: «El recorrido de la Volta

Rui Sousa: «El recorrido de la Volta se adapta perfectamente a mis características»

Por @helenadias_ (02/07/2013)

 

La Volta a Portugal llega a las carreteras de 7 al 18 de agosto y este año, en su 75ª edición, trae algunas novedades y bastante competitividad, por el pelotón que estará presente en las Bodas de Diamante de la más importante carrera lusa. Apuntado como uno de los favoritos para ganar la Grandíssima, Rui Sousa (Efapel-Glassdrive) es uno de los corredores más experimentados del pelotón y este año usará toda su magia ciclista para llegar al triunfo y defender el título conquistado por el equipo en el año anterior con el inolvidable ‘gallego-luso’ David Blanco, quien recientemente anunció su adiós al ciclismo profesional.

 

A los 36 años, Rui Sousa es uno de los corredores más respetados del pelotón luso, que siempre militó en equipos portugueses. En sus piernas cuenta ya con más de 10 Voltas a Portugal y la victoria de las dos etapas más duras, el Alto da Torre en 2008 y la Sra. da Graça en 2012.

 

Para el ciclista del Efapel-Glassdrive, «Esta será, sin duda, una de las Voltas más duras de los últimos años con las llegadas míticas en alto, como siempre se hicieron, con la diferencia de que estas etapas tendrán un recorrido mucho más selectivo que en los años anteriores. La llegada en alto en Viana do Castelo... ahí creo que las diferencias entre los candidatos no serán significativas, o mejor, posiblemente ni habrá diferencias».

 

En cuanto a la novedad de cómo se disputará el prólogo en 2013, Rui Sousa afirma que «la Volta comienza de manera diferente con la contrarreloj por equipos, que me favorece personalmente, pero también creo que no habrá grandes diferencias. Ya en la contrarreloj individual final, ¡ahí sí! Es una contrarreloj no propiamente para rodadores, muy exigente y con la particularidad de ser al final de la Volta donde las fuerzas estarán mucho más limitadas».

 

Un factor bastante relevante este año es, sin duda, el pelotón internacional presente en la Volta, que elevará sustancialmente la competitividad a cada etapa. «Sobre los equipos extranjeros, el valor será muy grande. Grandes equipos vendrán acá. Evidente que todo depende de sus aspiraciones».

 

Siempre confiado, Rui Sousa enfrentará la Grandíssima con su típico espíritu luchador: «Creo que esta será una Volta donde las fuerzas se tendrán que ahorrar siempre que sea posible, para en días fundamentales estar en la pelea. Me gusta mucho el recorrido, se adapta perfectamente a mis características».

 

 

 

Rui Sousa: «O percurso da Volta enquadra-se perfeitamente nas minhas características»

 

A Volta a Portugal chega às estradas de 7 a 18 de Agosto e este ano, na sua 75ª edição, traz algumas novidades e bastante competitividade, pelo pelotão que estará presente nas Bodas de Diamante da mais importante corrida lusa. Apontado como um dos favoritos a vencer a Grandíssima, Rui Sousa (Efapel-Glassdrive) é um dos corredores mais experientes do pelotão e este ano irá usar toda a sua magia ciclista para chegar ao triunfo e defender o título conquistado pela equipa no ano transacto com o inesquecível ‘galego-luso’ David Blanco, que recentemente anunciou o seu adeus ao ciclismo profissional.

 

Aos 36 anos, Rui Sousa é um dos corredores mais respeitados do pelotão luso, que sempre militou em equipas portuguesas. Nas suas pernas conta já com mais de 10 Voltas a Portugal e a vitória das duas mais duras etapas, o Alto da Torre em 2008 e a Sra. da Graça em 2012.

 

Para o ciclista da Efapel-Glassdrive, «Esta será, sem dúvida, uma das Voltas mais duras dos últimos anos com as míticas chegadas em alto, como sempre se fizeram, com a diferença que essas etapas terão um percurso bem mais selectivo que nos anos anteriores. A chegada em alto em Viana do Castelo… aí penso que as diferenças entre os candidatos não serão significativas, ou melhor, possivelmente nem diferenças vai haver».

 

Relativamente à novidade de como irá ser disputado o prólogo em 2013, Rui Sousa afirma que «a Volta inicia de forma diferente com o contra-relógio por equipas, que a mim pessoalmente favorece, mas também penso que não irá haver grandes diferenças. Já no contra-relógio individual final, aí sim! É um contra-relógio não propriamente para roladores, muito exigente e com a particularidade de já ser no final da Volta onde as forças já são muito mais limitadas».

 

Um factor bastante relevante este ano é, sem dúvida, o pelotão internacional presente na Volta, que irá elevar substancialmente a competitividade a cada etapa. «Sobre as equipas estrangeiras, o valor será muito grande. Grandes equipas virão cá. Evidente que também tudo depende das suas aspirações».

 

Sempre confiante, Rui Sousa enfrentará a Grandíssima com o seu típico espírito lutador: «Penso que esta será uma Volta onde terá que se poupar forças sempre que possível, para em dias fundamentais estar na luta. Gosto muito do percurso, enquadra-se perfeitamente nas minhas características».

 

 

Helena Dias (Jefa de Redacción de Pedaleo)

(escreve em português de acordo com a antiga ortografia)

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